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segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Férias

Minhas férias do ano de 2013 foi um pouco ''comum''.
Passei ao lado do meu marido, fui ao cinema com ele, fui ao shopping e aproveitei um pouco.
Como meu marido tinha que trabalhar não aproveitei muita coisa, porém, esses momentos foram especiais.





Já minhas férias, foi pura diversão!
Minha mãe deixou eu ficar uma semana sozinha em casa, pois ela iria para Campos de Jordão.
Ensaiei para o teatro, andei de bicicleta com meus amigos e passeamos em um shopping ai.
O melhor, foi o meu aniversário surpresa,onde todos os meus amigos me enrolaram e no final me deram um baita susto. Depois de festa, no outro dia, fomos dançar nas ruas..
Depois, viajei, porque ai o curso me deu férias!!!






...Histórias de Bicicletas...



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Esporte

Últimos Campeões de Voleibol:

- A seleção brasileira masculina de voleibol foi campeã do Campeonato Mundial de Vôlei nos anos de 2002, 2006 e 2010. A seleção feminina italiana foi campeã em 2002, enquanto a da Rússia obteve o título em 2006 e 2010.

- As Copas do Mundo de Vôlei de 2003 e 2007 também foram vencidas pela seleção brasileira masculina. 

- Na Copa do Mundo de 2011, a seleção russa sagrou-se campeã. Mesmo com o terceiro lugar, a seleção brasileira de voleibol conquistou uma vaga para os Jogos Olímpicos deLondres em 2012.




- A seleção feminina de vôlei da Itália foi campeã da Copa do Mundo de Vôlei nas últimas duas edições (2007 e 2011).

- Em 2012, nas Olimpíadas de Londres, a seleção masculina de voleibol da Rússia obteve a medalha de ouro, após vencer a seleção brasileira na final. Na categoria feminina, as jogadoras brasileiras jogaram muito bem e conquistaram o ouro para o Brasil, após vencerem a forte equipe dos Estados Unidos

Viagem



Viajar para Roma, Itália, provar do chocolate suíço, ir às lágrimas com teatros mundo afora, imaginar os Jardins Suspensos da Babilônia. Comer do bom e do melhor, vender uma parte da vida, colocar a bolsa nas costas e sair, comemorar, conhecer novas pessoas, de almas tão desconhecidas. Viver romances em Paris, jogar moedas em poços mesquinhos, comer pizzas caras, desejar que o eterno seja mesmo tempo demais. Beijar na chuva, beijar debaixo d’água, beijar só por beijar, mas beijar só por beijar porque não pensou, pela primeira vez não pensou que se arrependeria depois. E amar. Verdadeiramente, amar e ganhar baldes d’água imaginários na cabeça quando, em público, gritar em silêncio que ama, só por amar. Ama sem dinheiro, sem compromisso, sem foto pra provar. Quem sabe aprender um novo idioma, uma língua morta, ganhar o prêmio Nobel e escrever um livro de memórias. Mas que nessas memórias estejam contidas as coisas que não foram contidas. Comprar um barco, um camelo, pedir desculpas,E depois disso tudo, uma biblioteca com seus livros preferidos, conhecimento de toda a obra daquele tal artista que quase ninguém conhece, um cachorro tirado de rua, um abraço num desconhecido, elogios do pessoal do trabalho voluntário. Chorar em público, passar um trote, queimar dinheiro, pular de uma cachoeira, viajar com os amigos, aprender a nadar, virar astronauta, dançar como um louco no meio de uma festa chata, subornar alguém, ser DJ por um dia,Fazer besteira. Ou então, mais ainda, fazer besteira em Las Vegas, com o amor da sua vida. Passar 72h acordado, escalar uma montanha, pular de paraquedas, arriscar um bungee jump… Tudo o que for radical, até mesmo uma mudança radical no cabelo, no visual, uma mudança radical de vida. Gritar em praça pública, gritar o mais alto que puder, gritar como se já não escutasse a própria voz há muito tempo. Como se já não aguentasse mais. Xingar o chefe, se demitir, fugir de casa, comprar o chocolate mais caro e mais gostoso, experimentar comidas exóticas, nadar com tubarões. Quem nunca quis nadar com tubarões… Só quem preferiu comprar um pônei. Dormir ao relento e rezar para não morrer. Para não morrer. Rezar para não morrer. E quando chegar o fim do ano, com aquela roupa branca suja de champanhe, dizer com todas as letras que aquele sim, aquele foi o ano mais incrível da sua vida. Riscar a felicidade do caderno de metas. E sorrir, contente, para a lápide quente. Essas coisas que a gente quer, que a gente ama, que a gente sonha, antes de ir para a cama e lembrar que o mundo não acabou, que já passou da meia noite, e que já não aguentamos mais essa sequência de amanhãs. Mas ainda é cedo… E amanhã, amanhã eu juro, eu juro que penso nisso

Natureza

Jamais perguntaram às borboletas se elas preferiam fincar os pés na terra ao invés de morrerem esmagadas em uma janela fechada de carro. Jamais perguntaram às cobras se elas gostam de rastejar pelo chão e gastar as peçonhas com calcanhares de bichos venenosos. Queria eu saber se os pássaros não sentem inveja dos peixes e se as montanhas gostam de dançar. Nunca vi alguém questionar a vida. É porque é e nunca deixou de ser. E se as pegadas não precisassem de pés para serem marcadas? E se as águas não precisassem do vento para formarem ondas? E se a saudade, o amor e as lembranças não precisasse de mim? Difícil enxergar pelo ângulo mais fácil. Brechas e desconfortos são sempre mais cômodos. Nunca perguntei ao silêncio se ele gostava das minhas lágrimas em madrugadas petulantes, nunca quis saber se o travesseiro gosta de tanta inquietação e poesia melodramática. Eu já não gosto de ser quem nasci para ser. Enjoei das minhas olheiras e lábios ressecados, das minhas dúvidas e certezas. Mudar o velho vaso de planta do lugar não me preenche como a rotina. Estou cansado das mudanças não mudarem. Estou cansado de ver Lua e Sol e mesmo assim me sentir como um crepúsculo alaranjado; estou cansado de ser alegre e triste e sorrir largo da mesma maneira; estou cansado de ir à batizados e enterros quando nem mesmo sei em qual deles devo chorar. Afinal, ninguém perguntou para a vida se ela gosta de permanecer ou para a morte se ela gosta de partir. Talvez o que precise se chame “inversos”. Que a tristeza finque o pé no chão um dia e diga que não irá chorar. Que o ciúmes se decida e me convença que meus olhos mentem, e que meus olhos se cansem de enxergar. Ninguém perguntou à realidade se ela é realmente a dona da razão e se a mentira mente o tempo inteiro. Ninguém perguntou aos sábios se eles gostam da loucura ou para os livros se eles conformam-se com teias de aranhas. Ninguém perguntou a minha alma se ela já está cansada de cair em precipícios infinitos. Eu gostaria de saber se a vida gosta de ser vivida, se o espelho é mesmo o que está ao contrário, ou se nós estamos do lado errado. Todos clamam por sabedoria, mas ninguém quer saber de lagartas arrependidas por abraçarem o vento.